segunda-feira, 23 de setembro de 2013

IV Conferência Nacional Infanto juvenil pelo Meio Ambiente - CNIJMA


















O evento acontece  de 25 a 29/11/2013

A Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente - CNIJMA é um instrumento voltado para o fortalecimento da cidadania ambiental nas escolas e comunidades a partir de uma educação crítica, participativa, democrática e transformadora. Ela se caracteriza como um processo dinâmico de encontros e diálogos, para debater temas propostos, deliberar coletivamente e escolher os representantes que levarão as ideias consensuadas para as etapas sucessivas.

Envolver estudantes, professores, juventude e comunidade no enfrentamento do desafio de construirmos juntos uma sociedade brasileira educada e educando ambientalmente para a sustentabilidade: esta é a tarefa do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental, representado pela Diretoria de Educação Ambiental (DEA) do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pela Coordenação Geral de Educação Ambiental (CGEA) do Ministério da Educação (MEC).
Mais informações:conferenciainfanto.mec.gov.br

sábado, 8 de junho de 2013

IV Conferência Nacional Infanto Juvenil do Meio Ambiente 2013



Os alunos o 5ªano da Escola Sesi fecharam a Semana do Meio Ambiente dando uma lição sobre sustentabilidade e apresentaram sobre a IV Conferencia Nacional Infanto Juvenil do Meio Ambiente, de forma bem lúdica apresentaram O Jornal ambiental do Sesi, convidaram todas as turmas da escola para participarem e falaram sobre as principais informações do Evento . A aluna Flávia explicou que a Conferência irá acontecer em Brasília e será realizada de 24 à 27 de Outubro de 2013. O Evento tem o desafio de contribuir para a implantação da Política de Resíduos Sólidos. Toda sociedade precisa ser mobilizada sobre esse Tema. Os principais focos do tema da Conferência são: Produção e Consumo sustentável; Redução dos impactos ambientais; Geração de Trabalho, Emprego e Renda e a Questão da Importância da Educação Ambiental. A todos alunos do 5ª ano meus Parabéns Professor Wynklyns.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Entrega de mudas na escola de idiomas CNA

Ontem dia 24 de setembro e hoje dia 25, foram entregues mudas de árvores frutíferas e não frutíferas para os alunos da escola de idiomas CNA localizada na folha 21. Esta ação que a  CAEM - Cooperativa dos promoveu faz parte da semana de comemoração do dia da Árvore dia 21 de setembro.
Plante uma árvore, não fique reclamando que está quente e que não tem sombra. Faça sua parte e contribua com o nosso meio ambiente.
















domingo, 23 de setembro de 2012

Dia 21 de Setembro de 2012 - Dia da Árvore.

Os alunos da Escola Maria das Graças no bairro Bela Vista e os alunos da Escola SESI, realizaram uma ação em prol da sustentabilidade na nossa cidade. Dia 21 de setembro no dia Árvore juntamente com a CAEM - Cooperativa dos Agentes Ecológicos de Marabá, distribuíram aproximadamente 50 mudas de árvores frutíferas, para as duas escolas. Para a aluna Débora do 1º Ano e 6 anos. "É muito importante plantar árvores porque nos dá sombra, e a gente pode brincar embaixo dela. Já o aluno Anderson de 7 anos do 1º ano, diz que: " As árvores purificam o ar e nos dão frutas." E aluna Patricia Araújo de 8 anos do 2º ano diz que: "As árvores nos dão sombras e algumas são medicinais.




A ação teve um apoio especial da servidora Clélia Moraes que também é cooperada da Caem e trabalha na Seagri - Secretária de Agricultura, da Professora Maria Antônia Araújo da Escola Maria das Graças, do coordenador Domingos Vandervan, do Professor Wynklyns na escola SESI com apoio das Diretoras Claudiana Guido SESI e a Diretora Francisca Pedroza da Escola Maria das Graças.
A ação continuará na escola de Idiomas CNA nos dias 24 e 25 de setembro.





sexta-feira, 27 de julho de 2012

Rio + 20

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), conhecida também como Rio+20, foi uma conferência realizada entre os dias 13 e 22 de junho de 2012 na cidade brasileira do Rio de Janeiro, cujo objetivo era discutir sobre a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável.
Considerado o maior evento já realizado pela Nações Unidas, o Rio+20 contou com a participação de chefes de estados de cento e noventa nações que pMobilização da sociedade e o FSM 2012
No Brasil, foi formado o Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20. Segundo Aron Belinky, coordenador de Processos Internacionais do Instituto Vitae Civis, que representa o Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS) na Coordenação Nacional do Comitê, o papel do grupo – atualmente formado por 14 redes – é trazer mais participantes para o debate até o ano que vem. “Nossas ações são elaboradas por meio de grupos de trabalhos. Um deles é o de formação e mobilização, que deverá levar os temas em discussão para a sociedade e cuidará da organização do evento paralelo previamente chamado de Cúpula dos Povos, que terá a participação da sociedade civil”, pontual.
O encontro popular, segundo ele, deverá começar antes, por volta do dia 20 de junho de 2012. “Além de representantes do Brasil, outros do Canadá, França, Japão, e de alguns países da América Latina já estão envolvidos nestas ações”, adianta o ambientalista. “Na Cúpula dos Povos, queremos que seja garantido que a economia verde seja avaliada como um interessante indutor de sustentabilidade, desde que abranja as questões sociais, além das ambientais, e tenha sempre presente a questão da qualidade de vida dos cidadãos, além da ecoeficiência.”
Uma outra frente da sociedade civil rumo à Rio+20 se dará no âmbito do Fórum Social Mundial (FSM). A decisão foi tomada ao final da edição deste ano, em Dacar, no Senegal. Segundo o empresário e ativista da área de responsabilidade social, Oded Grajew, que integra o Comitê Internacional do FSM – que ocorrerá entre 27 e 31 de janeiro de 2012 (data sujeita a alterações) –, a edição internacional descentralizada do evento terá como principal pauta a temática ambiental, voltada à conferência.
“O FSM não representa as elites econômicas e exigirá uma demanda de mobilização da sociedade sobre outro modelo de desenvolvimento. Trataremos de propostas de mudança da matriz energética para a renovável, da questão nuclear, das hidrelétricas em confronto com as populações indígenas, do modelo de consumo e resíduos orgânicos, entre outros”, aponta Grajew. Segundo ele, a meta é propor políticas públicas ao governo e informações sobre indicadores quanto à grave situação do modelo atual de desenvolvimento, que leva ao esgotamento de recursos naturais e ao aumento das desigualdades.
“Como 2012 será também um ano de eleições em alguns países importantes como EUA, Alemanha e França, isso prejudica decisões. Talvez essas nações não queiram assumir alguns compromissos, que podem comprometer os resultados nas urnas”, alerta. Ele reforça que, no contexto da Economia Verde, as discussões do FSM permanecerão voltadas a questões sociais, ao combate às desigualdades.
No campo empresarial, Grajew informa que algumas iniciativas em andamento são do Instituto Ethos, que lançou, em fevereiro deste ano, a Plataforma por uma Economia Inclusiva, Verde e Responsável. “A proposta é que possa ser apresentada também uma agenda de sustentabilidade urbana para os candidatos às eleições municipais brasileiras, no ano que vem. O projeto será amadurecido na Conferência Ethos, em agosto deste ano.
 Governança e desenvolvimento sustentável
Um tema complexo que estará na Conferência, segundo Belinky, diz respeito à governança em um cenário de desenvolvimento sustentável. “Este tema está sendo pouco debatido oficial e extra-oficialmente. Deve ser visto não como uma discussão sobre burocracia, mas como uma condição necessária para encaminhar as decisões e recomendações que se tomem na conferência”, analisa.
Belinky afirma que, se por um lado, hoje se enxerga o desenvolvimento sustentável no conjunto, as instituições internacionais e internas a cada país são estanques. “Umas atuam no campo econômico, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o FMI e a Organização Mundial do Comércio (OMC), que não se conectam nas dimensões sociais e ambientais. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Mundial do Trabalho (OIT), que têm algum poder político, estão desconectadas do lado ambiental. A ideia é integrá-las à questão do desenvolvimento sustentável”.
No caso da questão ambiental, as discussões levam à constatação de que não existe nenhuma organização internacional com real poder regulatório. “O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) é um dos com menor orçamento na ONU e depende de adesões voluntárias. Não é essencial dentro do sistema, participa quem quer. Pode encaminhar, no máximo, estudos, recomendações, mas sem poder regulatório”.
Como primeiro passo, uma das propostas que serão defendidas pela sociedade civil é que haja uma resolução para se criar uma agência ambiental internacional, aprimorando o funcionamento do Pnuma ou por meio de sua união com outras agências. “O governo brasileiro, inclusive, tem defendido uma 'agência guarda-chuva', que tenha sob ela várias agências internacionais do sistema ONU.” As entidades, segundo Belinky, enxergam que existe uma necessidade tanto ética quanto política e econômica de tirar as pessoas da pobreza. “Isso não significa que deverão ter padrão de consumo insustentável, como o norte-americano e europeu. Não é objetivo estender a sociedade perdulária”, adverte.
As expectativas sobre os resultados da Rio+20 caminham na direção de dois extremos. “Será uma grande oportunidade ou nulidade. A conferência pode fazer uma convergência, desatar nós ou, então, se não se dispuser, será um ponto de jogar conversa fora. Mas de qualquer forma, a mobilização de propostas da sociedade civil será um avanço. Ou os governos são capazes de mostrar relevância no mundo contemporâneo ou são incapazes de acompanhar o ritmo que a sociedade avança, se tornando um empecilho”. [4]
ropuseram mudanças, sobretudo, no modo como está sendo usado os recursos naturais do planeta.[1] Além de questões ambientais, foram discutidas, durante a CNUDS, questões relacionadas à questões sociais, como a falta de moradia, por exemplo.[2]
O evento ocorreu em mais de dez locais diferentes, tendo o Riocentro sido o principal local de debates e discussões da Rio+20. Além deste, o evento foi realizado, oficialmente, no Aterro do Flamengo, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e em mais de cinco outros locais.

Informações sobre Cooperativismo

Cooperativismo

Símbolos do cooperativismo
Atual bandeira do cooperativismo, adotada a partir de 2001.
Atual bandeira do cooperativismo, adotada a partir de 2001.
Primeira bandeira do cooperativismo, adotada em 1923 e modernizada em 2001. Embora se pareça com a do movimento LGBT, a bandeira do Cooperativismo tem as sete cores do arco-íris; a do LGBT tem apenas seis cores.
Primeira bandeira do cooperativismo, adotada em 1923 e modernizada em 2001. Embora se pareça com a do movimento LGBT, a bandeira do Cooperativismo tem as sete cores do arco-íris; a do LGBT tem apenas seis cores.
Símbolo do cooperativismo com os dois pinheiros dentro de um círculo.
Símbolo do cooperativismo com os dois pinheiros dentro de um círculo.
Cooperativismo é a doutrina que preconiza a colaboração e a associação de pessoas ou grupos com os mesmos interesses, a fim de obter vantagens comuns em suas atividades econômicas. O associacionismo cooperativista tem por fundamento o progresso social da cooperação e do auxílio mútuo segundo o qual aqueles que se encontram na mesma situação desvantajosa de competição conseguem, pela soma de esforços, garantir a sobrevivência. Como fato econômico, o cooperativismo atua no sentido de reduzir os custos de produção, obter melhores condições de prazo e preço, edificar instalações de uso comum, enfim, interferir no sistema em vigor à procura de alternativas a seus métodos e soluções.[1]
Seus princípios, estabelecidos em 1966 pela Aliança Cooperativa Internacional, remontam a outros fixados em 1844 e resumem-se em: adesão livre; gestão democrática; taxa limitada de juro ao capital social; sobras eventuais aos cooperados, que podem ser destinadas ao desenvolvimento da cooperativa, aos serviços comuns e aos associados, proporcionalmente a suas operações; neutralidade social, política, racial e religiosa; ativa colaboração das cooperativas entre si e em todos os planos, local, nacional e internacional; constituição de um fundo de educação dos cooperados e do público em geral.[1]
Uma cooperativa é uma sociedade cujo capital é formado pelos associados e tem a finalidade de somar esforços para atingir objetivos comuns que beneficiem a todos.[2] Há muitos tipos de cooperativas. Algumas têm como finalidade a comercialização de bens produzidos por seus membros.[3] Essas são as chamadas cooperativas de produção. Outras têm a finalidade de comprar bens de consumo e revendê-los a seus associados a preços mais baratos que os do mercado; são as cooperativas de consumo. Outras fornecem recursos financeiros aos seus associados; chamam-se cooperativas de crédito. Outras, finalmente podem prestar serviços, como transporte de carga, abastecimento de água, distribuição de energia elétrica; são as cooperativas de serviço.
Os homens vêm trabalhando em conjunto, desde os tempos primitivos, na colheita e na produção de bens. Alguns homens defenderam a idéia de que todos os frutos do trabalho comum deveriam ser repartidos igualmente. Outros argumentam que todas as vezes que esse sistema foi tentado os trabalhadores perderam o estímulo pelo trabalho, ficaram desinteressados e insatisfeitos. Robert Owen, fabricante inglês do final do século XVIII e início do XIX, foi a primeira pessoa no mundo moderno a tentar organizar uma empresa destinada a beneficiar os empregados e consumidores. Não obteve grande sucesso. No mesmo período, William King, médico inglês, recomendou aos operários que possuíssem suas próprias máquinas. A ONU decretou o ano de 2012 como o ano Internacional das Cooperativas

quarta-feira, 11 de julho de 2012

ONU DECLARA 2012 COMO ANO INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS

 

A Assembléia Geral da ONU declarou 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas, destacando a contribuição das cooperativas para o desenvolvimento socioeconômico e reconhecendo seu trabalho para a redução da pobreza, geração de emprego e integração social, onde oferecem um modelo de negócio que contribui para o desenvolvimento socioeconômico dos cooperados e comunidades onde atuam.
Dentre os objetivos do Ano Internacional das Cooperativas, destacam-se:
  • • Aumentar a consciência pública sobre as cooperativas e suas contribuições para o desenvolvimento
  • • Promover a formação e o crescimento das cooperativas.
  • • Incentivar os governos a estabelecer políticas, leis e regulamentos propícios para a formação, crescimento e estabilidade das cooperativas.
A conquista do Ano Internacional das Cooperativas é inédita e recebida com grande orgulho, já que o tema está sendo considerado no âmbito mundial como de grande importância para o desenvolvimento socioeconômico. E essa percepção é ampliada quando comparada aos temas abordados pelo Ano Internacional das Cooperativas nos últimos três anos:

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Projeto Alimentação Saudavél

Alunos da escola Sesi Marabá, participam do grande projeto Alimentação Saudavél, conduzido pela Caem e pelas Professoras  da escola,  iniciativa essa  que reduz e muito a quantidade de Residuos gerados com a má alimentação dos alunos que estavam consumindo muitos lanches industrializados  na escola. Esse Projeto fez com que  e faz com que as crianças se alimentem de forma mais saudavél e natural possivel , a vocês Professoras meu muito Obrigado.

Projeto Escola 100% LIMPA

Alunos Professor Wynklyns , Presidente da Caem , da escola  Grupo Futuro Educacional participam de
de mais uma ação da Caem na conservação de todos os espaços da escola . Nesta iniciativa os alunos ampliaram noções relacionadas a conservação e separação dos residuos que podem ser reaproveitados , Parabéns 4ª Série, Parabéns  mesmo continuem com  objetivo de fazer nossos espaços , nosso bairro e cidade cada vez melhores , Professor Wynklyns.

Nosso Grande Agente seu Louro


Seu Francisco Rozio o polular seu " Louro da Cidade Nova " é um dos pioneiros na coleta de residuos solidos em Marabá, foi um dos primeiros a fundar a Caem e tem muito orgulho do que faz e o senhor seu Louro o senhor é um exemplo de Vida ,  dignidade , honestidade e perseverança o senhor me motivou e motiva muito a seguir no nosso tão Sonho de conseguirmos o nosso Galpão , Parabéns meu Grande.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Uma viagem Inesquecivel

Aprendizado sustentável em uma viagem inesquecível
A professora de uma escola municipal de Nova Lima, Minas Gerais, Keila Santana, acostumada a ensinar, desta vez aprendeu muito em um passeio por Carajás, no Pará,
em contato direto com a natureza. A experiência a encantou e conscientizou
sobre a importância da preservação ambiental. Árvores interessantes, muito altas e sustentadas por raízes imensas, expostas para fora da terra, foram apenas algumas das descobertas de Keila sobre a diversidade e beleza da flora da Floresta Amazônica. Na viagem, no fim de abril, ela visitou o Parque Zoobotânico da

Vale, na cidade paraense, onde a imensidão do céu se confundiu com a fragilidade das penas de uma arara-azul. “Acho que jamais esquecerei do quanto fascinada fiquei ao vê-la tão de perto”, conta a professora, sobre o animal em extinção.

Professora da turma vencedora do concurso Boas Práticas em Sustentabilidade, do programa de educação Atitude Ambiental, Keila viajou para o estado do Pará, para
conhecer Carajás, pioneiro em coleta seletiva e na produção de adubo orgânico, com restos de alimentos, para jardins da cidade. Ela embarcou com a colega de trabalho Sônia Gomes e com outra professora ganhadora, da cidade de Itabirito, Flaviana Santos, que levou como acompanhante a secretária de outra escola mineira, Ana Carolina Lima.


Além da natureza exuberante das matas amazônicas, as professoras também conheceram
a Mina de Carajás e ficaram por dentro do nosso processo de extração mineral. “Durante a visita percebi a preocupação constante da Vale com segurança, preservação e combate ao desperdício. Pena que tudo passou tão rápido! Fiquei com vontade de ficar mais alguns dias para aproveitar aquele lugar encantador. Nunca imaginei que existisse um local tão mágico assim. Agradeço a Vale por esta oportunidade,” disse, emocionada.


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Reutilização de água no S11D reforça consciência sustentável

O Projeto Ferro Carajás S11D busca permanentemente, práticas inovadoras para preservação do meio ambiente. Pela sua magnitude, complexidade e por estar dentro de uma Floresta Nacional, a engenharia do projeto tem forte compromisso com o controle sobre os efeitos da conservação dos recursos naturais. Mediante estudos de engenharia são formuladas as aplicações das melhores práticas no empreendimento, incentivando a excelência em sustentabilidade.

Para maximizar a reutilização de água no circuito industrial do S11D, foram previstas Caixas de Retenção de Minério nos Prédios Industriais, Bacias de Decantação nas Áreas de Britagem e nos Pátios, Diques de Contenção a jusante da Usina e das Pilhas de Estéril e separadores de água e óleo nas Oficinas. Como o processo para obtenção do produto final é a seco, ou seja, também não utiliza água, a redução de necessidade de água nova é de cerca de 93% em relação ao processo convencional úmido. Isto proporciona redução do impacto sobre as fontes naturais de água, redução do custo com tratamento de água e efluente e a redução do risco de contaminação ambiental.

Vale e UFPA juntas na capacitação de Mão de Obra Especializada

Vale e UFPA juntas na capacitação de Mão de Obra Especializada


Com o objetivo de capacitar a mão-de-obra local e promover o desenvolvimento da região, a Vale vem fomentando através de parceria firmada com a Universidade Federal do Pará (UFPA) pesquisas e aquisição de equipamentos visando adequar os laboratórios dos cursos de Engenharia de Minas ,Engenharia de Materiais e Geologia no Campus da UFPA no município de Marabá.
A aula inaugural desses cursos aconteceu no dia 13 de maio e contou com uma palestra aos alunos dos cursos oferecidos pela universidade sobre desenvolvimento da mineração no Pará, novas tecnologias e oportunidades de trabalho, proferida pelo Gerente Geral de Suporte e Operações do Cobre Eugenio Victorasso, que é também presidente do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (SIMINERAL).
“A palestra proferida fez a abertura do ciclo de palestras organizadas pela faculdade de


faculdade de Engenharia de Minas e Meio Ambiente, e foi considerada pela opinião de vários dos presentes como uma das melhores palestras já apresentadas durante o curso, rica de informações esclarecedoras e atuais do interesse de todos envolvidos com a mineração” Opina Coordenador do Grupo de Tratamento de Minérios, Energia e Meio Ambiente Reginaldo Sabóia.n

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O Convênio com a Vale proveu também as instalações prediais e a urbanização do Campus II em Marabá, com a construção de 3 prédios. Um destes é o prédio da Biblioteca e Auditório Central com 220 lugares. Os outros dois Prédios dispõem de salas de aulas climatizadas no andar de cima e secretarias e laboratórios no andar de baixo.

Os Laboratórios implantados que estão em funcionamento são das seguintes matérias: Física, Química, Tratamento de minérios incluindo uma mini-usina de tratamento de minérios, Mineralogia, Geoestatística, Solos e Geotecnia, Ensaios de Materiais e Metalografia, Cerâmica, Ensaios destrutivos, Ensaios Térmicos, Preparação de Amostras, Agronomia e Hidrometalurgia e Eletrometalurgia.
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Vale participa da 10ª Feira das Indústrias do Pará


A Vale investiu US$ 1,572 bilhão no Pará no primeiro trimestre de 2011, um crescimento de 20% em relação aos US$ 1,307 bilhão investidos no primeiro trimestre de 2010. O resultado desses investimentos em operações, programas e ações socioambientais serão apresentados durante os quatro dias, na Feira da Indústria do Pará, que começou ontem, 18 de maio, em Belém.

A nossa empresa é uma das patrocinadoras do evento realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Pará. Com uma proposta inovadora, transformamos nossos estande de 250m², em um ambiente convidativo e interativo para que o visitante perceba como a empresa desenvolve seus projetos operacionais de modo sustentável, aliando tecnologia ao processo produtivo e investindo em programas socioambientais que contribuem para o desenvolvimento socioeconômico em todas as regiões onde atuamos.

Ao entrar no estande, o visitante vai se deparar com pergunta “Sabe como pensamos no futuro das pessoas?”. Questionamento que será respondido em todo o conteúdo disponibilizado no ambiente. Em seguida, ele verá a “Árvore dos Desejos” na qual poderá escrever suas aspirações e idéias para a construção de um futuro sustentável. n

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Na “bancada interativa”, por meio de telas touchscreen, sensíveis ao toque, o público terá a sua disposição conteúdos sobre projetos ambientais da Vale.

As informações sobre os projetos em operação da Vale no Estado, como as minas de ferro de Carajás (Parauapebas), de Cobre (Canaã dos Carajás) e de níquel (Ourilândia do Norte), estarão dispostas em um mapa indicando o projeto e sua localização territorial.

Nos livros pop-up, uma ferramenta que permite associar textos e imagens impressas, os visitantes terão informações sobre investimentos da Vale nas áreas de siderurgia (Aços Laminados do Pará, Alpa); reflorestamento (Vale Florestar), programa de fortalecimento de pequenos e médios fornecedores regionais (Inove) e programas de desenvolvimento humano, econômico e social (Estações Conhecimentos) da Fundação Vale.

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No ambiente “Oportunidades”, haverá um terminal equipado com computador e acesso à internet para que os visitantes interessados possam cadastrar seus currículos na Vale. Haverá consultores da área de Recursos Humanos da empresa para dar suporte ao candidato na utilização da ferramenta. O espaço também será dedicado a informações sobre os programas de qualificação de mão de obras da empresa em todo o Pará.


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O talento das artesãs de Tucumã, que realizam cursos de empreendedorismo na Estação Conhecimento, será visto nas biojoias, usadas pelas monitoras do estande.

Da mesma forma, o talento dos alunos do Vale Música, um programa de inclusão musical da Fundação Vale no Pará, poderá ser visto nas apresentações culturais a partir das 19 horas.

Hoje à noite, o show de música popular e erudita será da Orquestra de Violinos Vale Música, composta por 24 alunos do projeto que beneficia um total de 300 estudantes da rede pública de ensino de Belém e dos municípios vizinhos de Ananindeua, Benevides e Marituba.


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A FIPA acontece no período de 18 a 21 de maio de 2011, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, na capital paraense, no horário de 17h às 22 h.